Detalhe

23-6-2010

SEMINARISTAS


Donativo 

A Fundação AIS presta uma assistência vital na formação dos seminaristas para se tornarem os padres de amanhã.

 

Os sacerdotes, especialmente os procedentes do país onde servem, desempenham um papel vital levando Deus aos cristãos que sofrem perseguição ou opressão. Em alguns países, muitos católicos só vêem o padre uma vez por ano. Para eles, a celebração da Santa Missa é um acontecimento muito raro. Muitas vezes, o padre tem uma paróquia tão grande para servir que não consegue visitar todas as comunidades com a frequência desejada.

 

E para outros, a liberdade religiosa é algo que ganharam recentemente, após décadas de regimes ateístas. Os sacerdotes são vitais para alimentar as sementes da fé nessas áreas desertas espiritualmente.

 

A formação de seminaristas é uma parte crucial da missão da Fundação AIS, para aumentar o número de sacerdotes e, assim, servir as comunidades cristãs. Graças a si, somos capazes de ajudar cerca de 15.000 seminaristas por ano. Um em cada sete seminaristas de todo o mundo não poderia continuar os seus estudos sem a sua ajuda.

 

O seu donativo, por mais pequeno que seja, pode fazer uma grande diferença para um jovem que procura seguir a sua vocação para o sacerdócio.

 


 

PROJECTO AIS

 

→ Apoiar a formação de 47 seminaristas, na República Democrática do Congo                 

→ Montante necessário: € 17.000 

 

“Os Congoleses estão cansados de chorar e de morrer”, declarou o vigário geral da Diocese de Bukavu, D. Pierre Bulambo, na altura em que um padre e duas religiosas foram assassinados, em Dezembro último, na parte Leste da República Democrática do Congo. Já há muito tempo que a região dos grandes lagos sofre o estigma da violência. O armistício decidido em 2008 é muito frágil. Os conflitos armados não param, nem tão pouco as deslocações da população e as violações. Padres e religiosos apoiam a população que sofre, o que, para eles, é também um calvário quotidiano. Não são poucos os que já pagaram com a vida a sua fidelidade.  

 

 Todavia, isso não impede os jovens de responder ao chamamento de Deus. No Seminário Maior de Santo Mbaga Tuzinde, em Murhesa, 47 seminaristas preparam-se, actualmente, para a sua ordenação.

O seminário existe desde 1982. Jovens candidatos ao sacerdócio oriundos de seis dioceses são aqui preparados para o serviço do altar e da população. Ao longo da sua existência, o seminário foi constantemente alvo de pilhagem e deliberadamente danificado. Para além disso, a Igreja é tão pobre quanto a população. Com a agricultura e a criação de gado, o seminário bem tenta cobrir, pelo menos, as despesas da alimentação dos seminaristas e dos docentes, mas os preços sobem e a crise económica mundial faz-se sentir com dureza. É por isso que o ecónomo do seminário, Padre Ferdinand Bizimana, nos pede, com confiança e ainda este ano, ajuda para a formação dos futuros padres.  


 Lévi, um seminarista, é oriundo duma família com doze filhos. O irmão mais velho já é padre e uma das suas irmãs ingressou na ordem das Filhas da Ressurreição. Os pais alegram-se com o facto de três dos filhos terem consagrado a sua vida ao Senhor. Conta-nos que “desabrochou” no seminário e se sente feliz com o facto de ali reinar uma grande harmonia, apesar da diversidade de origens (com efeito, os seminaristas provêm de diferentes regiões e etnias). Na sua carta escreve: “Agradeço, de maneira especial, a todos os benfeitores da AIS que não me esqueceram no meu percurso. Asseguro-lhes que não trairei a sua generosidade. Que o céu lhes permita viverem felizes e abençoados na terra e que o bom Deus lhes conceda a beatitude eterna no fim da sua vida.”

 

 

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