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26-7-2010

Fundação AIS apoia religiosas de todo o mundo


A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) apoia milhares de comunidades de religiosas de vida activa e contemplativa em todo o mundo, lembrando que elas são os anjos visíveis para milhares de crianças, idosos e mulheres, principalmente pobres, doentes, marginais, órfãos, sem-abrigo e excluídos da sociedade.


As irmãs ao serviço da Igreja que sofre têm recursos muito modestos que, na maior parte das vezes, são insuficientes para cobrir os gastos adicionais, como é o caso das obras de reparação e aquecimento, para além dos custos com a água, gás, electricidade, alimentação e medicamentos.


Estas religiosas confiam humildemente na ajuda do exterior, dos amigos e de outras pessoas atentas, pelo que a AIS espera que possam ser apoiadas para continuarem a ser um sinal de esperança e uma bênção de Deus para todos aqueles que se deixam tocar pelo seu maravilhoso testemunho.


Na região de Caxemira, na Índia, as Irmãs Missionárias da Caridade, ordem fundada pela Madre Teresa de Calcutá, ensinam as crianças dos bairros que, de outra forma, não teriam perspectivas de futuro.


Outras religiosas ensinam meninas e mulheres a costurar e a bordar, ou cuidam dos doentes.


Os casos de fanatismo não são raros e, por vezes, as escolas enfrentam situações limite. Apesar de tudo, são precisamente as escolas católicas que frequentemente contribuem para melhorar a convivência.

 



Madre Teresa
Entre as figuras de religiosas que se distinguiram na Igreja e no mundo está Agnes Gonxha Bojaxhiu, a futura Madre Teresa de Calcutá (1910-1997), beatificada por João Paulo II em 2003.


Uma mulher pequenina e aparentemente frágil, que tinha abandonado o mundo e uma vida confortável, que tinha iniciado a sua obra sem um cêntimo, que tinha levado uma vida de extrema pobreza, no fim da vida teve o mundo a seus pés, impressionado.
A AIS associa-se à comemoração do 100.º aniversário do nascimento de Madre Teresa da Calcutá, colocando à disposição de todos os seus benfeitores o livro «Amor sem limites».


Da autoria de um fotógrafo japonês ateu, "Madre Teresa de Calcutá - Amor sem limites" reúne as fotografias através das quais Morihir Oki testemunhou o trabalho da prémio Nobel da Paz junto da população indiana mais carenciada, desde os doentes às crianças, passando pelos moribundos e pelos doentes mentais.


Esta é uma obra em destaque no Catálogo de Verão da AIS: as receitas destes produtos revertem em favor de vários projectos de religiosas, por todo o mundo.


Durante o mês de Agosto, todas as comunidades das Missionárias da Caridade em Portugal (Lisboa, Setúbal e Algarve) vão dedicar ummomento especial na hora de adoração eucarística diária, para apresentar as intenções de oração de todos aqueles benfeitores da Fundação AIS que colaborarem nesta campanha de ajuda às irmãs, e também por todos aqueles que quiserem enviar o seu pedido de oração.


Para encomendar o livro ou pedidos de oração ligue para 217544000 ou visite www.fundacao-ais.pt


Departamento de Informação da Fundação AIS - info@fundacao-ais.pt










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Europa
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   Cristãos
   Agnósticos
   Outros
Católicos Baptizados
9.339.000
Circunscrições Eclesiásticas
21
Superfície
91.982
População
10.600.000
Refugiados
353
Desalojados
Portugal

A Constituição garante o direito à liberdade religiosa quer no Artigo 13º, que assegura a igualdade de todos os cidadãos perante a Lei, quer no Artigo 41º, que define como “inviolável” a “liberdade de consciência, de religião e de culto”. Em particular, ninguém pode ser “perseguido, privado de direitos”, mas também não pode ser “isento de obrigações ou deveres cívicos por causa das suas convicções ou prática religiosa”, embora a objecção de consciência seja garantida, de acordo com a Lei. Além disso, ninguém pode ser “perguntado por qualquer autoridade acerca das suas convicções ou prática religiosa, salvo para recolha de dados estatísticos” que não pode, contudo, permitir a identificação do indivíduo; nem ninguém pode ser prejudicado por se “recusar a responder”.

Relativamente às relações entre instituições civis e eclesiásticas, “as grejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado e são livres na sua organização e no exercício das suas funções e do culto”. É garantida “a liberdade de ensino de qualquer religião praticado no âmbito da respectiva confissão”, “bem como a utilização de meios de comunicação social próprios para o prosseguimento das suas actividades”.

As relações com a Igreja Católica são reguladas pela Concordata de 2004. Nenhuma Igreja ou religião é financiada pelo Estado, embora este apoie a construção de igrejas (e, em casos esporádicos, de templos não-católicos).

A Lei 16/2001, sobre a liberdade religiosa, criou uma Comissão de Liberdade Religiosa, com a missão de dar pareceres e aconselhar o Governo nesta matéria. A Comissão promoveu a realização de colóquios temáticos em 2006 e 2007. A mesma Lei também regula o reconhecimento de denominações minoritárias e admite a possibilidade de estas celebrarem acordos com o Estado, desde que estejam implantadas no país segundo os critérios estabelecidos na lei e desde que tenham tido uma presença organizada socialmente no país durante mais de trinta anos ou desde que existam no estrangeiro há mais de sessenta anos. A Lei prevê ainda algumas isenções fiscais e a possibilidade de aulas confessionais na escola pública, bem como o acesso a um tempo de emissão religioso na rádio e na televisão públicas. A partir da Lei de 2001, as confissões minoritárias podem, à semelhança da Igreja Católica, celebrar casamentos religiosos com efeitos civis e prestar assistência espiritual nas forças armadas e nas prisões, entre outros actos. Mas as condições concretas do exercício dessa assistência estão ainda por regular, e tem sido um ponto de discussão e de reivindicação das confissões minoritárias no país. Registaram-se já casos de pastores e ministros dessas confissões que, solicitados por doentes, foram a hospitais, mas só conseguiram entrar com o apoio e sob a responsabilidade do capelão católico.

Durante o ano de 2007, o Ministério da Saúde esteve a preparar um projecto de regulamentação, que nos primeiros meses de 2008 ainda não se encontrava concluído. A primeira proposta de documento mereceu vários reparos dos responsáveis católicos, após o que o Governo encetou negociações para aproximar posições. Em Julho de 2007, foi noticiado que o episcopado católico estava descontente com várias áreas de actuação do Governo e com implicações na acção da Igreja Católica: além da assistência religiosa em hospitais e prisões, também o apoio às instituições particulares de solidariedade social e as novas regras para a propriedade de meios de comunicação. O Governo e a Conferência Episcopal encetaram negociações que, nos primeiros meses de 2008, não tinham ainda sido concluídas.



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