Entre outras, a Igreja Católica cresce em Madagáscar. Está a construir-se uma nova igreja em Mahatsinjo, uma pequena povoação a 46 Km a este da capital da província de Farafangana. O antigo lugar de culto, administrado pela ordem dos Redentoristas, tinha-se tornado muito pequeno e estava, sobretudo, em mau estado. Era feito de terra seca e de palha e está a ser substituído por uma construção em pedra sólida.
A “Congregação do Santíssimo Redentor”, fundada por Afonso de Ligório, no princípio do séc. XVIII, quer levar a Boa Nova aos pobres e necessitados. Os seus 6.000 padres e irmãos trabalham, actualmente, em mais de 70 países. A congregação está em Madagáscar desde 1967. Os primeiros malgaches a entrar na comunidade receberam a ordenação sacerdotal em 1994. Actualmente, 25 padres e 6 irmãos trabalham na pastoral. Cerca de 40 jovens preparam-se para entrar na ordem. Como o número de Redentoristas em Madagáscar aumenta, a ordem enviou quatro padres para paróquias europeias.
Em Madagáscar, o anúncio da fé começa nas escolas. Como o Estado só garante a formação nas cidades, o interior do país tem falta de escolas. Não é raro que elas sejam aí construídas por missionários e, muitas vezes, com uma pequena igreja ou junto de um pequeno centro de saúde. A formação escolar e religiosa constituem, segundo eles, uma unidade. De acordo com os dados da congregação, mais de 4.000 crianças e adolescentes frequentam, actualmente, as escolas dos Redentoristas. Muitos deles também aí são alimentados. Para alguns é a única refeição do dia.
Cerca de 145.000 pessoas vivem no distrito de Vondrozo, de que Mahatsinjo faz parte. A região é pobre e pouco desenvolvida. Os habitantes são agricultores e trabalham a terra, em parte para seu próprio benefício. A grande maioria da população é adepta dos cultos tradicionais; só há 5,7 % de católicos. Mas este número está constantemente a aumentar. A AIS apoia os esforços dos Redentoristas de Mahatsinjo.
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Foi concedida a quantia de 14.000 € para apoiar este projecto.
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