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7-2-2012

CUBA: Recuperação total da casa das Servas do Coração Imaculado de Maria


A Paróquia da Sagrada Família de Santiago de Cuba é um ponto de encontro para muitos habitantes dos bairros limítrofes. Santiago, a segunda maior cidade de Cuba, com cerca de 500.000 habitantes, é um mosaico de culturas que reúne as tradições das Caraíbas e de África, e é considerada a pátria do sol e do carnaval cubanos.

 

À equipa pastoral da Paróquia da Sagrada Família pertencem três religiosas da ordem das Servas do Coração Imaculado de Maria, cujo carisma é a realização de uma escola de amor de Deus, objectivo que põem em prática através de variadas iniciativas pastorais e humanitárias. Antes da revolução estas religiosas ainda dirigiam escolas, mas desde então as suas actividades passaram a concentrar-se na pastoral paroquial.

 

Actualmente, a Superiora, María del Carmen Balmaseda, e as religiosas Jeanine Paquín e Colette Rodríguez trabalham em várias paróquias: orientam a catequese, ocupam-se das famílias, dirigem um grupo de oração, visitam os doentes e coordenam as visitas a um hospital. Além disso, uma vez por semana estão encarregues dos peregrinos do santuário mariano de El Cobre. A Virgem da Caridade del Cobre é a Santa Padroeira, que celebrará em 2012 o 400º aniversário da descoberta da imagem milagrosa na baía de Nipe, no noroeste do país.

 

As Servas do Imaculado Coração de Maria estão em Cuba desde 1950, e desde 1979 na Paróquia da Sagrada Família. Durante algum tempo puderam alojar-se na casa paroquial, mas em Agosto de 2010 tiveram que ceder a casa aos Jesuítas quando estes ficaram encarregues da pastoral da paróquia. Graças a generosos donativos, as três religiosas, que durante algum tempo careceram de alojamento próprio, puderam adquirir uma casa abandonada nas redondezas.

 

Esta casa precisa de uma reabilitação urgente. Neste momento já foram instalados novos cabos eléctricos e feitas algumas pequenas reparações, mas o tecto de madeira está cheio de buracos e de partes soltas que podem cair. Além disso, a água já se infiltrou pelas paredes e também pelo telhado. Na realidade, a casa deveria ser demolida e reconstruída, mas a burocracia e a constante falta de materiais de construção tornam esta solução impossível.

 

 

Por isso, a casa será recuperada e os custos ascendem aos 24.000 €. A AIS apoia este projecto com 20.000 €. 

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