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17-4-2017

Vaticano: Papa condena ataque “ignóbil” contra civis que causou mais de uma centena de mortos na Síria


O ataque, no sábado, contra um “comboio” de autocarros que retiravam civis e combatentes da cidade de Alepo, e que causou pelo menos 126 mortos (dos quais, 68 crianças), fez com o que o Papa Francisco alterasse a mensagem que proferiu ontem, antes da bênção “urbi et orbi” que culminou as cerimónias do domingo de Páscoa, classificando o ataque, que atingiu “deslocados em fuga”, de “ignóbil”. 


Na mensagem, o Santo Padre elogiou todos os que “trabalham activamente para levar alívio e conforto à população civil na Síria, a amada e martirizada Síria, vítima duma guerra que não cessa de semear horrores e morte” e rezou por todos os que procuram “a justiça e a paz” e desafiou os responsáveis políticos a terem “a coragem de evitar a propagação dos conflitos”, assim como de colocarem um travão no “tráfico das armas”.


Pedindo a Deus que “conceda paz a todo o Médio Oriente, a começar pela Terra Santa”, o Papa Francisco pediu também o fim dos combates no Iraque e ao Iémen, não esquecendo a “gravíssima fome” e as guerras que atingem tantos países em África, referindo-se expressamente ao Sudão do Sul, Sudão, Somália e República Democrática do Congo.


Mas não foi apenas o Médio Oriente e África que mereceram a atenção do Santo Padre. Também os países da América Latina, envolvidos em “tensões políticas e sociais” que por vezes “desembocaram em violência”, levaram o Papa a apelar à luta contra o “flagelo da corrupção” bem como à “consolidação das instituições democráticas no pleno respeito pelo Estado de Direito”.


Tal como na mensagem do ano passado, Francisco voltou a referir-se à população da Ucrânia “atormentada ainda por um conflito sangrento”, desejando que seja possível “reencontrar a concórdia” no país.


Na sua intervenção, o Santo Padre pediu ainda “respeito e ternura” para quem vive nos “labirintos da solidão e da marginalização”, lembrando os dramas de migrantes e de refugiados.


“O Pastor ressuscitado faz-se companheiro de viagem das pessoas que são forçadas a deixar a sua terra por causa de conflitos armados, ataques terroristas, carestias, regimes opressores. A estes migrantes forçados, Ele faz encontrar, sob cada canto do céu, irmãos que compartilham o pão e a esperança no caminho comum”, declarou Francisco.


PA | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt 


 

OBSERVATÓRIO: Vaticano

 






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