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Consagrados ao Coração

de Maria desde 1967

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1-7-2017

ÍNDIA: Estipêndios de Missa para setenta e sete sacerdotes da Congregação da Pequena Flor



Santa Teresinha do Menino Jesus nunca deixou a clausura do seu convento carmelita na cidade francesa de Lisieux, onde morreu em 1897, com 24 anos. No entanto, apesar de tudo, foi declarada Padroeira das Missões porque sentia dentro de si o desejo ardente de “viajar por toda a terra” a fim de proclamar o nome de Jesus. Ela escreveu: “Mas ó meu Bem-Amado, uma só missão nunca me bastaria: desejava poder, ao mesmo tempo, anunciar o Evangelho em todas as partes do mundo, até nas mais longínquas ilhas. Queria poder ser missionária, não só durante alguns anos, mas tê-lo sido desde a criação do mundo e continuar a sê-lo até á consumação dos séculos...” Contudo, apesar da contradição aparente, isto não era de forma nenhuma contrário à sua vida escondida no convento de clausura, pois ela entendia “que o Amor encerra todas as Vocações, que o Amor é tudo, que abarca todos os tempos e todos os lugares... numa palavra, que é Eterno!” E foi assim que ela descobriu a sua vocação: “ser o amor no coração da Igreja”.


Cem anos após a sua morte, e apesar da sua juventude, foi declarada Doutora da Igreja pelo Papa João Paulo II e é hoje venerada por milhões de católicos em todo o mundo. Um dos que se sentiu muito tocado pelo “encontro” com esta pequena santa é o sacerdote indiano, Padre Thomas Panat. Há mais de 85 anos, em Kerala, no sul da Índia, ele traduziu os seus escritos autobiográficos, a História de uma Alma para a língua local. O seu “Pequeno Caminho” de amor encantou-o profundamente, como uma espiritualidade caracterizada inteiramente por uma confiança de criança no ilimitado Amor de Deus, sem nos permitir desencorajar pelas nossas mãos vazias. É um espírito imerso nas palavras de Jesus no Evangelho quando Ele disse aos seus apóstolos, “Se não voltardes a ser como as criancinhas, não podereis entrar no Reino do Céu.” Na verdade, o Padre Thomas levou este caminho tão a sério que decidiu tentar segui-lo, juntamente com outros sacerdotes. Logo em 1931, com a permissão do seu bispo, ele juntou-se com um grupo de jovens a fim de viver esta espiritualidade. Isto deu origem à Congregação da Pequena Flor, em 1947 – a “Pequena Flor” é o nome pelo qual Santa Teresinha é afectuosamente conhecida. Thomas Panat recebeu o nome religioso de Padre Basil, nome pelo qual mais tarde ficou conhecido. Morreu em 1976 com 85 anos.


Actualmente a Congregação da Pequena Flor é abençoada com inúmeras vocações. Cresceu e inclui agora as quatro províncias religiosas, e está presente não penas na Índia mas também noutros países. Os padres dedicam-se eles próprios ao cuidado dos pobres, dos idosos, dos doentes, dos órfãos e dos inválidos, especialmente nas regiões remotas e sem privilégios. Em zonas onde praticamente as infraestruturas são inexistentes, constroem clínicas, escolas, centros de formação vocacional para jovens, e também ajudam e apoiam os pequenos agricultores locais. Contudo, não recebem remuneração por nenhum destes serviços. Por isso, o superior da província de S. José na Índia pediu à Fundação AIS Estipêndios de Missa para ajudar os setenta e sete sacerdotes desta congregação.

 

 

 

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OBSERVATÓRIO: India

 






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