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15-5-2017

Portugal: Igreja volta a colocar Fátima como proposta para a paz no mundo


Neste Domingo, depois da oração do Regina Coeli, o Santo Padre manifestou uma vez mais a sua solidariedade em relação a todas as populações afligidas por algum tipo de conflito, destacando a região do Médio Oriente e as minorias religiosas, nomeadamente os cristãos.


“Caros irmãos e irmãs, confio a Maria, Rainha da paz, a sorte das populações aflitas por guerra e conflitos, de modo particular no Médio Oriente. Tantas pessoas inocentes são duramente provadas, sejam cristãos, muçulmanos ou pertencentes a minorias como os Yazidi, que passam por trágicas violências e discriminações”.


Horas depois da sua peregrinação ao Altar do Mundo – para a cerimónia da canonização de Jacinta e Francisco, quando o Santuário de Fátima assinalou o centenário da primeira Aparição de Nossa Senhora aos Pastorinhos – o Papa Francisco voltou a exprimir a sua solidariedade pelos que mais sofrem no mundo, pedindo que o diálogo e as negociações sejam sempre o caminho a seguir, em vez da via das armas.


“Encorajo as diversas comunidades a percorrer o caminho do diálogo e da reconciliação para construir um futuro de respeito, de segurança e de paz”, disse Francisco.


De facto, a defesa da paz e a protecção dos povos – e das minorias religiosas – que sofrem a violência da guerra e da perseguição, princípios sublinhados tantas vezes pelo Santo Padre, foram também enunciados em Fátima pelo Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, após a procissão das velas, na noite de sexta-feira, num dos momentos mais marcantes das cerimónias de Canonização dos Pastorinhos.


Segundo D. Pietro Parolin, “Nossa Senhora convida a alistarmo-nos nesta luta do seu divino Filho, nomeadamente com a oração diária do terço pela paz no mundo”.


E acrescentou, pedindo que cada cristão assuma a sua quota-parte da responsabilidade nessa luta pela paz: “Porque embora tudo dependa de Deus e da sua graça, é preciso agir como se tudo dependesse de nós”. Nessa intervenção, Pietro Parolin sublinhou a importância da oração, explicando que nunca “é inútil”, mesmo quando os resultados possam parecer frustrantes.


De facto, o Secretário de Estado do Vaticano referiu na homilia que, “com frequência, somos surpreendidos por imagens de morte, pela dor de inocentes que imploram ajuda e consolação, pelo luto de quem chora uma pessoa querida por causa do ódio e da violência”, assim como somos todos confrontados “pelo drama dos deslocados que fogem da guerra ou dos migrantes que morrem tragicamente”. 


Estas palavras do Cardeal Parolin, proferidas no Altar do Mundo, traduzem o compromisso do Vaticano na defesa da paz e na denúncia das guerras que causam sofrimento e morte a milhares de pessoas em todo o mundo.


A Fundação AIS associou-se a esta data festiva marcando uma forte presença na sua delegação em Fátima e distribuindo milhares de exemplares de postais alusivos à mensagem sobre a misericórdia que o Papa Francisco endereçou especificamente para os benfeitores da AIS.
 

PA| Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt  


 

OBSERVATÓRIO: Portugal

 






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