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11-7-2017

Iraque: Libertação de Mossul aos jihadistas deixa cidade praticamente em ruínas


O primeiro-ministro iraquiano anunciou, no passado domingo, a libertação total da cidade de Mossul das mãos dos jihadistas do auto-proclamado “Estado Islâmico”, após uma campanha militar que durou cerca de nove meses.

Esta libertação foi conseguida após intensas batalhas que causaram a destruição quase completa da cidade, em especial dos bairros mais antigos e centrais que foram o último reduto dos jihadistas. Além da destruição da chamada “cidade velha”, a libertação de Mossul causou milhares de mortos e, calcula-se, cerca de 1 milhão de deslocados internos.

Desconhece-se ainda o número de baixas entre as forças iraquianas e internacionais utilizadas nesta operação, mas, segundo o Departamento de Defesa dos Estados Unidos – país que colaborou activamente nesta campanha – “o serviço iraquiano de combate ao terrorismo perdeu 40 por cento de suas forças”.

Além da perda de Mossul – a cidade onde há cerca de três anos Abu al-Baghdadi, líder do auto-proclamado “Estado Islâmico”, proclamou a instauração de um “califado” em vastas regiões do Iraque e da Síria –, os jihadistas estão a braços também com uma poderosa campanha militar – também com apoio dos EUA – contra a cidade de Raqqa.

Esta cidade, situada na Síria, é considerada como a capital “de facto” dos jihadistas e na operação militar em curso para a sua libertação participam forças curdas, tal como já ocorrera com a reconquista de Mossul.


PA| Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt


 

OBSERVATÓRIO: Iraque

 






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