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13-9-2017

Portugal: Cardeal Piacenza destaca risco de novas e “graves guerras”, no arranque da Peregrinação Internacional da Fundação AIS


O risco de “potenciais novas e graves guerras” foi sublinhado ontem à tarde pelo Cardeal Mauro Piacenza, penitenciário-mor da Santa Sé, na conferência de Imprensa, que marcou o início da Peregrinação internacional de 13 de Setembro, na Cova da Iria.

Esta Peregrinação assinala também os 70 anos do início da Ajuda à Igreja que Sofre e os 50 anos da Consagração da Obra a Nossa Senhora de Fátima.

O Cardeal Piacenza, que é também Presidente Internacional da Fundação AIS, fez questão de destacar o quanto “Fátima e a AIS têm em comum”.

Disse o responsável que “Fátima é luz da caridade sobrenatural que nos apoia em todas as quedas”, enquanto a AIS é “luz de socorro junto de quem mais precisa”.

E entre os que mais precisam estão, fez questão de lembrar, os cristãos perseguidos, nomeadamente os que vivem em “terras bíblicas”.

A necessidade de se preservar a presença cristã no Médio Oriente, especialmente no Iraque e na Síria, foi destacada como primordial para o trabalho actual da instituição. 

O Cardeal da Santa Sé elencou algum desse trabalho que está já a ser desenvolvido no apoio directo a essas comunidades cristãs, nomeadamente na “reconstrução de casas e igrejas”, tendo sublinhado que se trata de um “esforço ecuménico”.

A conferência de Imprensa contou ainda com a presença de Philipp Ozores, secretário-geral internacional da Fundação AIS, e Catarina Martins, directora do secretariado português.

Ozores destacou que a Fundação AIS apoia actualmente projectos em 150 países e fez questão de referir a ligação estreita entre a instituição e a Mensagem de Nossa Senhora aos Pastorinhos há um século. “Fátima é a chave para a compreensão da nossa existência”, disse.

Também Catarina Martins falou da “importância” desta Peregrinação e da “inspiração que Nossa Senhora nos tem oferecido ao longo de todos estes anos”.

Por fim, a directora do secretariado português da AIS lembrou “D. António, Bispo do Porto, que nos deixou tão inesperadamente nesta segunda-feira”.

O prelado, “que foi um generoso amigo da Fundação AIS”, será sempre lembrado – acrescentou – “pela sua simpatia, generosidade, partilha de afectos, especialmente para com os mais pobres, os mais necessitados, os mais sós”.

Catarina Martins terminou a sua intervenção assegurando que a Fundação AIS irá “continuar todos os dias a rezar pela paz no mundo, tal como nos pediu aqui Nossa Senhora”.

 

PA| Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt

 

OBSERVATÓRIO: Portugal

 






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