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APOIOS // Áreas de Actuação // Refugiados

As situações de carência extrema dos refugiados - em especial os refugiados alemães do pós-Segunda Guerra Mundial - estiveram na base do aparecimento da Ajuda à Igreja que Sofre. O Padre Werenfried van Straaten estava convencido de que uma catástrofe sem precedentes na Europa apenas poderia ser evitada através da ajuda imediata, sem hesitações e incondicional aos refugiados alemães, na altura ainda olhados como os «inimigos de ontem». Por isso, foi em favor dos 14 milhões de alemães expulsos das suas casas que surgiu a sua primeira campanha de apoio.

 

No entanto, este continua a ser um dos problemas mais prementes da actualidade. O fluxo de refugiados em todo o mundo cresce a cada dia que passa. Fogem da guerra e de catástrofes naturais, ou são expulsos dos seus países por razões políticas, étnicas, religiosas ou sociais, passando por situações de grande sofrimento.

 

De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, só em 1997 havia 50 milhões de refugiados em trânsito - um escândalo do nosso tempo, que não pára de crescer e gera necessidades intermináveis, a resolver urgentemente.

 

As carências materiais originam quase sempre carências espirituais e religiosas, por isso, a ajuda humanitária da Fundação AIS tem sobretudo um objectivo pastoral. O nosso apoio dirige-se aos refugiados das zonas de crise em todo o mundo (Sudeste Asiático, África Central, América Central), mas mantém-se para além das situações de crise. Assim que as necessidades mais básicas estão resolvidas, dedicamo-nos a apoiar a reconstrução das instituições religiosas.



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RedWednesday


27-11-2019

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