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4-8-2016

Porto: Fundação AIS convida Portugueses a rezarem, dia 6 de Agosto, pelos Cristãos perseguidos no Iraque


Há imensas datas, imensos rostos desta tragédia, mas a fuga de milhares de cristãos da planície de Nínive, no dia 6 de Agosto de 2014, ficará para sempre escrito na História como um dos símbolos maiores da perseguição aos Cristãos nos tempos recentes.

Dia 6 de Agosto. Perante o ultimato dos jiahdistas do auto-proclamado "Estado Islâmico" (ISIS), ou se convertem, ou pagam um imposto ou então nada mais vos resta se não a espada, a morte, milhares de pessoas não tiveram outra alternativa senão a fuga apressada.

A cidade de Mossul esvaziou-se num instante, num caos indescritível que prenunciava já os tempos de sofrimento que todas aquelas famílias passaram a viver.

Milhares de homens, mulheres e crianças fugiram com o que tinham vestido. Não houve tempo para mais.

Para trás ficou o que tinham. As casas, as roupas, os haveres, as economias e os projectos sonhados. Para trás ficou uma parte da vida. Para sempre. Desde o dia 6 de Agosto de 2014, milhares de pessoas tornaram-se refugiados dentro do seu próprio país e passaram a depender única e exclusivamente da ajuda da comunidade internacional para sobreviverem.

Tinham casa, carro, emprego, sonhos. De um dia para o outro, milhares de cristãos em fuga passaram a abrigar-se em igrejas, em tendas, em contentores. O passado, para eles, está perdido. O presente é uma angústia e o futuro continua uma enorme incógnita.

A Fundação AIS publicou o relatório “Perseguidos e Esquecidos”, em Novembro de 2015, sobre a perseguição aos Cristãos no mundo. Uma das conclusões deste relatório foi que, como consequência do êxodo cada vez maior, o Cristianismo está em vias de desaparecer do Iraque, possivelmente no prazo de cinco anos.

 

Em Fevereiro de 2016, o Parlamento Europeu aprovou, por unanimidade, a “resolução” em que se acusa o auto-proclamado “Estado Islâmico” de genocídio pela sistemática perseguição das minorias religiosas no Médio Oriente. A votação representou um momento histórico, pois foi a primeira vez que o Parlamento Europeu decidiu classificar como “genocídio” as “atrocidades” que têm vindo a ser cometidas no Iraque e na Síria por motivos religiosos contra minorias como os Cristãos ou os Yazidis.

Depois do Parlamento Europeu, foi a vez da Câmara dos Representantes, dos Estados Unidos, classificar como “genocídio” os ataques e a violência exercida contra as minorias religiosas pelos jihadistas no Iraque e na Síria. 


Todos os meses, a Fundação AIS convida os Portugueses a rezarem por estes cristãos que são, hoje em dia, um dos símbolos maiores da Igreja perseguida no mundo.

No próximo dia 6 de Agosto - numa iniciativa internacional que reúne todos os secretariados da Ajuda à Igreja que Sofre -, a Fundação AIS convida os portugueses a participarem numa jornada especial de oração por estes cristãos.

No Porto, pelas 17:00, rezar-se-á o Terço pelos Cristãos Perseguidos e pela paz no Médio Oriente, e em especial pelo Iraque.

Esta jornada de oração ocorrerá na Igreja de São José das Taipas, no Porto, mas todos são convidados a participar, individualmente ou em comunidade, nas suas paróquias ou em família.

Todos temos o dever de mostrar a estes milhares de cristãos perseguidos que eles não estão sós, que não foram abandonados, que rezamos por eles. O Papa Francisco tem-nos interpelado constantemente sobre isto: “Dirijo-vos uma pergunta; não deveis responder em voz alta, mas só no coração: quantos de vós rezam pelos cristãos que são perseguidos? Quantos? Cada um responda no seu coração.”

Além da oração, a Fundação AIS tem procurado, através da solidariedade dos seus benfeitores e amigos, ajudar estas comunidades cristãs .

Desde Janeiro de 2015 até Junho de 2016 a Fundação AIS já auxiliou estas comunidades no Iraque com cerca de 15 milhões de euros, verba destinada à aquisição de bens de primeira necessidade, alimentação, medicamentos e aluguer de casas.

 
 
Fundação AIS



 

OBSERVATÓRIO: Iraque

 






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