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17-1-2017

A importância da mensagem de Fátima para a Fundação AIS


O ano de 1967 foi particularmente celebrado pelo Santuário de Fátima; assinalava-se então a efeméride jubilar dos cinquenta anos das Aparições. A vinda do Papa Paulo VI para presidir à peregrinação aniversária do dia 13 de Maio prenunciava um ano rico em iniciativas celebrativas em honra da Mãe de Deus.

 

Pe. Werenfried, fundador da AIS, a rezar o terço na Capelinha das Aparições, por ocaisão dos 50 anos da AIS Internacional


O Pe. Werenfried amou fervorosamente a Mãe de Deus durante toda a sua vida e consagrou a Ajuda à Igreja que Sofre a Nossa Senhora de Fátima, pela primeira vez no dia 14 de Setembro de 1967.


Em Maria, e na mensagem de Fátima, encontrou o seu refúgio e o de toda a humanidade. Assim, em vida, suplicou sempre aos seus benfeitores: “…sede como crianças que chamam pela mãe em agonia. Rezai o terço com a fé das crianças e das velhinhas!”


Assim, todos os anos o secretariado da Ajuda à Igreja que Sofre em Portugal, no dia 14 de Setembro, renova sempre a Consagração a Nossa Senhora de Fátima. Mas este ano é especial. Este é o ano em que comemoramos os 100 Anos das Aparições de Fátima, os 70 da Fundação AIS Internacional e os 50 anos da Consagração da AIS a Nossa Senhora de Fátima …


Desde que teve conhecimento da mensagem de Fátima, o Pe. Werenfried sentiu-se profundamente tocado por ela, principalmente por dois aspectos fundamentais: o apelo a resistir contra o ateísmo, como um dos problemas mais graves que afectam a humanidade nos tempos modernos, não pela luta ou contestação, mas pela oração e pelo sacrifício reparadores, o anúncio de que o comunismo ateu, mesmo como sistema político devastador da liberdade, haveria de ter um fim: Por fim o meu Coração imaculado triunfará (Mem IV, 167).


Ora desde o princípio o Pe. Werenfried viu a sua Obra como um conjugar de esforços tanto espirituais como materiais para, ajudando os cristãos que sofrem, primeiro no Leste Europeu, depois em todo o mundo, e que sofrem por causa da sua fé, oferecer uma resistência precisamente contra a a vaga de secularização e do ateísmo que representava, já no seu tempo, e agora ainda mais, uma ameaça não só para a fé cristã.


A consagração da obra Ajuda à Igreja que Sofre surge neste contexto como uma profissão de fé na protecção divina, pela mediação de Nossa Senhora, que sob a invocação de Fátima, significa não só o colocar-se sob o seu manto protector, como refúgio, segundo uma muito sugestiva palavra que Nossa Senhora diz aos três pastorinhos – "tereis muito que sofrer, mas Deus será o vosso conforto; não tenhas medo, o meu Coração Imaculado será o teu refúgio e o caminho que te há-de conduzir a Deus" -, mas também a mensagem tomar a mensagem de Fátima como princípio confirmador da sua instituição pastoral, pois que na mensagem de Fátima se anuncia precisamente o sofrimento dos cristãos – da Igreja – nas perseguições pelo simples facto de serem cristãos.


E que este trabalho pastoral aconteça no regaço da Virgem Maria, a cuja protecção e refúgio recorremos!...

CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA


Santa Maria, Mãe de Deus,
olhai os vossos filhos que suplicantes se voltam para Vós.
Vós que sempre dissestes «SIM» a Deus,
sois bendita entre todas as mulheres.
Modelai o nosso coração à semelhança do Vosso
na alegria do Vosso Espírito.
A Vós, Mãe das dores e Virgem Imaculada,
consagramos a nossa vida e toda a OBRA

que nos foi dado realizar em serviço da Igreja perseguida e ameaçada.
Protegei-nos como a todos os que nos são caros.
Protegei todos aqueles que por Deus nos foram confiados.
Concedei-nos a Vossa Fé, a Vossa Esperança, a Vossa Caridade.
Tomai-nos à Vossa guarda como uma mãe e ficai sempre connosco.

P. Werenfried van Straaten, o. praem.

 

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