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1-5-2017

SUDÃO DO SUL: Ajuda à formação de vinte e um seminaristas na Diocese de Tombura-Yambio


 

O Sudão do Sul é actualmente o mais jovem país do mundo. Em 2011, houve inicialmente uma grande onda de alegria quando o Sul do país, predominantemente cristão e animista, finalmente declarou a sua independência em relação ao Norte, esmagadoramente muçulmano, após um quarto de século de uma sangrenta guerra civil. Contudo, a felicidade não foi duradoura, pois em 2013, o Sudão do Sul voltou a entrar em guerra civil. E, mais uma vez, tal como aconteceu em muitos outros países em todo o mundo – a Igreja é a única instituição em que as pessoas que sofrem podem depositar a sua confiança.

Com uma área de mais de 81.000 km2, a Diocese de Tombura-Yambio é quase do tamanho da Áustria. A escassez de sacerdotes aqui é grande; muitas paróquias não têm sequer um sacerdote. Mas mesmo onde há um sacerdote, ele tem de dar assistência a uma área tão vasta e com tantas aldeias remotas e dispersas que os crentes das comunidades locais raramente conseguem receber os sacramentos. Como resultado, muitos católicos morrem sem receber os últimos ritos da Igreja, muitas crianças ficam por baptizar e os fiéis comuns esperam ansiosos por poderem participar na Eucaristia e receber a Sagrada Comunhão.

Como consequência, a preocupação mais urgente da diocese é proporcionar aos seus futuros padres uma boa e sólida formação, pois cada nova vocação é um sinal de esperança no futuro. Daí que seja uma fonte de grande alegria que 21 jovens se preparem actualmente para serem ordenados no seminário diocesano - contudo, o bispo não tem recursos para financiar a sua formação. Por essa razão, com frequência os pais dos seminaristas não têm nada, perderam tudo na guerra, foram desalojados de suas casas, viram as casas arder e os seus poucos bens pilhados.

"Viramo-nos para os nossos irmãos cristãos na esperança de que nos possam ajudar a formar os nossos seminaristas, para que se possam tornar padres e servir aqueles que sofrem no nosso país e, ao mesmo tempo, tornarem-se promotores da paz", escreve-nos o reitor do seminário. E o seu bispo reforça este pedido com as seguintes palavras memoráveis: "Não quero ver o futuro da Igreja desmoronar-se nas minhas mãos." Também ele pede a nossa ajuda.
 

 

 

 

Prometemos-lhe 19.500 €.


 

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OBSERVATÓRIO: Sudão

 






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