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1-10-2017

UCRÂNIA: Ajuda para a formação de 16 noviças das Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará em Ivano-Frankivsk




Foi com grande tristeza que os crentes greco-católicos ucranianos se despediram em Junho passado, daquele que foi cabeça da sua Igreja, Mons. Lubomyr Husar, falecido em 31 de Maio de 2017, aos 84 anos de idade. Durante dez anos foi Arcebispo-Mor da Igreja uniata Greco-Católica Ucraniana, que sofreu duras perseguições por parte dos soviéticos. Também a Fundação AIS chora a morte do cardeal que durante muitos anos colaborou com a Fundação e que foi um amigo próximo do Pe. Werenfried van Straaten, fundador da AIS, que já apoiava a Igreja nos tempos soviéticos quando o culto só era possível na clandestinidade. Em carta enviada ao Pe. Werenfried van Straaten, o Cardeal Husar escreveu, quando já era Arcebispo-Mor: “Hoje podemos dizer abertamente que vós fostes, até à queda da última Cortina de Ferro, a única organização da Igreja que ajudou a Igreja Ucraniana e que ainda hoje continuam a ser o seu principal benfeitor.”

O Cardeal Husar tinha uma relação próxima com o Pe. Werenfried e elogiou o valor deste último que lançou, após a guerra, um apelo à reconciliação entre todos os homens, incluindo também os que tinham sido inimigos. No seu último encontro com representantes da AIS, em Maio de 2015, Mons. Husar ressaltou que o Pe. Werenfried tinha sido “um sacerdote cuja memória deve ser preservada”, e também que “foi mais importante que Adenauer e outras personalidades do pós-guerra”.

Neste último encontro, o Cardeal Husar abençoou cada um dos membros da delegação da AIS. O presidente executivo da AIS, Johannes Heereman, recorda-o assim: “Foi realmente emocionante receber a sua bênção quando nos despedimos. Cada um dos membros da nossa delegação percebeu, naquele momento, que se tratava do último encontro aqui na terra. Apesar do seu delicado estado de saúde, o Cardeal pronunciou, com uma profunda claridade mental, palavras sábias sobre a missão da nossa Fundação, sobre a figura do nosso fundador e sobre a sua preocupação acerca do futuro da juventude. Esta voz, escutada com atenção por inumeráveis pessoas na Ucrânia e em todo o mundo – e não só por católicos – não poderá ser extinta nem sequer pela morte física”.

As religiosas da congregação das Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará, presentes em Ivano-Frankivsk, dedicam-se sobretudo aos jovens, cujo futuro tanto preocupava o falecido cardeal. Concretamente, dão catequese e aulas de religião, organizam retiros e ajudam os jovens a encontrar a sua vocação. Além disso, cuidam dos órfãos, e também dos idosos e dos doentes, que frequentemente sofrem grandes necessidades na Ucrânia. E o seu trabalho cai em terreno fértil em muitos corações, pelo que contam com vocações jovens. Enquanto no Ocidente muitas ordens sofrem uma carência de vocações, na Ucrânia os rostos das Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará são jovens. Actualmente, 16 jovens noviças preparam-se para servir a Deus e aos homens.

 

 

A AIS apoia este ano a sua formação com 3.000 €.


 

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OBSERVATÓRIO: Ucrânia

 






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