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1-10-2017

PROJECTO FOLHA DE ORAÇÃO MENSAL | OUTUBRO


 

MADAGÁSCAR: Estipêndios de Missa para sacerdotes nos Seminários de Santo Agostinho e Santa Teresa do Menino Jesus, em Miarinarivo

 

A sociedade de Madagáscar é uma sociedade em mutação. A pobreza contrasta com os esforços radicais para a modernização. Embora a liberalização e a privatização do mercado tenham levado a uma ligeira recuperação desde os anos noventa, as agitações políticas e os golpes de Estado constantes - o último em 2011 - impedem consideravelmente o desenvolvimento. Estes factos e as inúmeras catástrofes naturais levam a que este estado insular africano ainda seja um dos países mais pobres do “continente negro”. Também os recursos naturais como o titânio, o petróleo e o níquel, assim como as pedras preciosas, causam mais conflitos do que riqueza. Praticamente 80% da população continua a viver no limiar da pobreza. As tradições e laços familiares fortes estão em dissolução. Uma burocracia corrupta agrava os diversos problemas do país. As novas eleições em 2014 não trouxeram quaisquer alterações decisivas a este respeito. A mudança é particularmente sentida nas grandes cidades. De 1960 até hoje, a população aumentou 3,5 vezes mais, de 6 milhões para aproximadamente 21 milhões. Todavia, as infraestruturas não acompanharam um crescimento tão rápido.

A sociedade de Madagáscar divide-se em 18 grupos culturais diferentes, resultantes de migrações africanas, árabes e asiáticas. O número de etnias eleva-se, certamente, a mais de 200. A economia do país é determinada pela agricultura. Esta, juntamente com a extração da madeira e a pesca, constitui 70% das receitas de exportação do país. No entanto, a produção na agricultura não consegue acompanhar o crescimento da população. Consequentemente, a maioria da população sofre de subnutrição crónica.
 
 
Fo 

A Igreja tem uma difícil missão nesta sociedade. Mas Madagáscar ainda é uma Igreja missionária. Só há cerca de 25 anos é que existem cada vez mais padres nativos, mas as suas forças não são suficientes para que possam trabalhar por todo o país. Os fiéis são muito pobres e, como tal, praticamente não podem ajudar os seus padres. Mais difícil é a situação para os padres que ensinam nos seminários católicos, contribuindo assim para uma nova geração de sacerdotes para o futuro da Igreja. Eles não têm paroquianos, por muito humildes que sejam, que os possam ajudar com donativos em géneros ou em dinheiro. Por isso, dependem totalmente dos nossos Estipêndios de Missa, que celebram pelas nossas intenções. A pequena contribuição que para tal damos não é de modo algum uma remuneração ao sacerdote – o sacrifício da Missa é sempre impagável –, mas representa muito mais uma forma de demonstrarmos a nossa solidariedade para com ele, como irmãos e irmãs em Cristo, e uma ajuda e um agradecimento por carregar consigo o sacrifício e as dificuldades para trazer Cristo até nós.

Em Miarinarivo, seis padres formam e acompanham, tanto a nível intelectual como humano e espiritual, 35 jovens no Seminário de Santo Agostinho, e ainda outros 25 rapazes no Seminário Santa Teresa do Menino Jesus. Eles agradecem a nossa ajuda, uma vez que lhes prometemos 24 Trintários Gregorianos. O Bispo da diocese, D. Jean Claude Randrianarisoa, assim como os reitores dos seminários, o Pe. Jean Francesco Rarivoarimanana e o Pe. Claude Rolland Ramarosandratana, garantem-nos: “Agradecemos em nome de todos, não só dos padres, mas também em nome dos seminaristas. Não só os padres receberam ajuda, mas também o seminário. Graças a essa ajuda, podemos terminar bem o ano lectivo. Por isso, a nossa eterna gratidão!”

 


A Fundação AIS prometeu apoiar este projecto com 7.200 €.


 
 
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OBSERVATÓRIO: Madagascar

 






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CONFERÊNCIA: Muros e Pontes, Europa, migrações e Diálogo de Culturas


25-11-2017

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