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11-10-2017

Síria: Violência dos combates provoca, em Setembro, novo pico de mortos, feridos e deslocados


Os combates que se têm verificado na Síria nos últimos tempos, com ataques a posições ainda controladas por grupos jihadistas, estão a provocar um aumento significativo no número de vítimas entre a população civil, entre mortos, feridos e deslocados.

Os mais recentes ataques não têm poupado, segundo responsáveis das Nações Unidas presentes na Síria, sequer hospitais, ambulâncias e escolas. Só em Raqqa, cidade que é considerada como o bastião do auto-proclamado “Estado Islâmico”, a ONU afirma que mais de 8 mil pessoas continuam sitiadas.

Segundo Panos Moumtzis, coordenador regional de Ajuda Humanitária da ONU para os Refugiados da Síria, Setembro foi o mês com mais mortes civis no conflito sírio durante todo o corrente ano de 2017.

Não é só Raqqa que está na mira das diversas forças que combatem os extremistas. Também a cidade de Idlib tem sofrido bombardeamentos constantes que acabam por atingir quase inevitavelmente áreas residenciais provocando muitas dezenas de mortos.

Se algumas regiões da Síria continuam a ser campos abertos de batalha, noutras áreas as populações permanecem debaixo da ameaça terrorista. É o caso de Damasco. Também na capital o mês de Setembro revelou-se particularmente sangrento, registando-se cerca de quatro dezenas de mortos e feridos em consequência de três explosões.

O responsável da ONU considerou que estes ataques contra civis são "simplesmente inaceitáveis” e constituem uma “grave violação dos direitos humanos e do direito internacional humanitário” podendo até vir a ser ser considerados como “crimes de guerra".

PA| Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt

 

OBSERVATÓRIO: Síria

 






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