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8-1-2018

ZÂMBIA: Ajuda para a formação de 8 seminaristas da Diocese de Mongu



A Zâmbia, um país sem litoral, no sul da África, tem sorte em gozar de estabilidade – ao contrário de muitos outros países africanos. Apesar disso, o país ainda enfrenta numerosos desafios incluindo a pobreza, más infraestruturas e uma alarmante taxa de 12% de VIH/SIDA, que levou a que muitas crianças ficassem órfãs.

Pouco menos de um terço da população são católicos, enquanto mais de metade pertence a diferentes denominações ou comunidades eclesiais protestantes. Quase 15% ainda segue as religiões pagãs animistas. Até há pouco, os Muçulmanos constituíam apenas uma estreita minoria. No entanto, nos últimos anos, a sua actividade tem aumentado, bem como a propagação do Islão. Presentemente, contudo, um dos maiores problemas reside na propagação das seitas fundamentalistas que florescem através de mensagens simplistas e populistas. Muitas vezes seduzem pessoas – que são na sua maioria muito pobres – com promessas: “Se se juntar a nós será recompensado ainda neste mundo e quanto mais rezar mais rico será.” Conseguem, frequentemente, afastar até os fiéis católicos e, por isso, a Igreja na Zâmbia está muito consciente da necessidade de intensificar o seu trabalho pastoral, para que os fiéis católicos não sejam tão facilmente presas de tais falsas promessas. Para isso é crucial a presença de mais padres católicos.

No passado, quando a Igreja na Zâmbia era principalmente constituída por missionários estrangeiros, estes podiam pedir apoio material aos seus países, mas hoje a Igreja tornou-se cada vez mais local, com padres africanos. Os jovens que respondem ao chamamento de Deus e que estão agora em formação para o sacerdócio não podem esperar uma vida confortável neste lugar. Na verdade, muitos deles irão servir para áreas rurais remotas, onde não há electricidade nem água corrente e onde estão, muitas vezes, longe dos seus irmãos padres.

Presentemente, há oito jovens da Diocese de Mongu que estão a estudar para o sacerdócio. A diocese fica no oeste do país e cobre uma vasta área de quase 90.000 km2. Tem 13 paróquias, cada uma tão grande quanto uma diocese noutras partes do mundo. Necessitam urgentemente de mais padres, uma vez que onde quer que os fiéis estejam privados do regular apoio de um padre por causa das distâncias e do isolamento, as seitas tendem a aproveitar-se disso. Mas, escusado será dizer que a Igreja local é pobre e que uma formação sacerdotal completa demora muitos anos e custa muito dinheiro.


 

Consequentemente, a AIS está interessada em apoiar a formação destes oito seminaristas e prometeu 8.000 € para o presente ano académico.


 

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OBSERVATÓRIO: Zâmbia

 






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