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2-4-2018

Reino Unido: Cristãos perseguidos são tema central em mensagem do Príncipe Carlos


Lembrar ao mundo o sofrimento das comunidades cristãs vítimas da perseguição religiosa foi o tema principal da mensagem de Páscoa deste ano do Príncipe de Gales.

Esta mensagem ocorre após encontros recentes entre o herdeiro da coroa britânica e diversos líderes cristãos do Médio Oriente – nomeadamente o arcebispo caldeu de Erbil, D. Bashar Warda (na foto), e o arcebispo melquita de Zahle e Furzol, D. John Darwish – encontros que se realizaram através da colaboração da Fundação AIS.

Na mensagem, o Príncipe de Gales assegurou que o seu “coração está próximo de todos os que hoje, quaisquer que sejam as suas crenças, estão a ser perseguidos” no mundo “por motivos religiosos”.

O filho da Rainha Isabel II fez questão de deixar a todos a certeza de que “não serão esquecidos e que estão presentes” nas suas orações.

Durante a mensagem, divulgada durante a sexta-feira Santa, Carlos fez questão de afirmar que, “ao longo dos anos”, teve oportunidade de se encontrar com “muitos” cristãos que “tiveram de fugir por causa da sua fé” e também para “salvarem as suas vidas”, assim como outros que “suportaram as terríveis consequências de permanecerem nos seus países” em ambiente hostil.

Para todos eles, o herdeiro da coroa britânica fez questão de expressar a sua admiração, reconhecendo que chegou a ficar “profundamente comovido por esses exemplos de coragem verdadeiramente notável”, assim como pela “capacidade de perdão” que esses cristãos souberam oferecer “apesar de tudo o que passaram”.

Esta não é a primeira vez que o Príncipe Carlos revela publicamente a sua proximidade para com os cristãos perseguidos no mundo e ao trabalho desenvolvido por instituições de solidariedade como a Fundação AIS.

Em Dezembro de 2015, por exemplo, o Príncipe de Gales – na sequência de uma recepção de Advento, cujo anfitrião foi o Cardeal Vincent Nicholas, Arcebispo de Westminster – entregou um donativo, cujo montante não foi revelado, à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre e aproveitou a ocasião para sublinhar a ameaça que paira sobre “a própria existência do Cristianismo nas suas terras de origem”.

Já no ano anterior, 2014, sensibilizado com a situação terrível em que se encontravam as comunidades cristãs no Iraque, forçadas a fugir para o norte do país depois de as suas aldeias e vilas terem sido ocupadas pelos jihadistas do auto-proclamado ‘Estado Islâmico’, o Príncipe Carlos fez também uma doação através da AIS.

PA| Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt

 

OBSERVATÓRIO: Reino Unido

 






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