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21-8-2018

China: Um novo desafio para a Igreja Católica


Todas as Igrejas da China, tanto a Igreja Oficial como a Igreja Clandestina, estão prestes a entrar numa nova prisão representada por uma única palavra: "sinização", que quer dizer a assimilação da cultura e da sociedade chinesas, sobretudo submissão ao partido.

O Partido Comunista Chinês (PCC) pretende que a Associação Católica Patriótica Chinesa (ACPC) tenha o controlo total não apenas sobre as pessoas (bispos, sacerdotes e fiéis), mas também sobre aquilo que eles pensam e sobre o fruto dos seus pensamentos, da documentação à interpretações da história, da teologia à doutrina social, da arquitectura à arte sacra, dos livros litúrgicos à própria liturgia. Em suma, uma colonização política das mentes e consciências dos católicos chineses.

Até o final do mês de Agosto todas as dioceses da China devem apresentar um plano de cinco anos (2018-2022) sobre como podem implementar a "sinização".

Neste sentido, a Associação Patriótica  e a Conferência Episcopal da China elaboraram um "plano quinquenal" nacional, que serve de modelo e inspiração "para promover a adesão da Igreja Católica à "sinização".

No documento de 15 páginas e 6.500 palavras o nome de "Jesus Cristo" é mencionada apenas uma vez, a palavra "evangelho" 4 vezes, menos que o nome do "Partido Comunista" que aparece 5 vezes. A palavra "Associação Patriótica" é referida 15 vezes e a expressão "sinização" aparece 72 vezes, refere UCA News.
 
O tema da "sinização" foi lançado pela Xi Jinping em Maio de 2015. Depois de analisar a situação, com receio do Partido Comunista Chinês seguir o mesmo caminho da URSS, no dia 20 de Maio de 2015, numa reunião com o Departamento do Trabalho Frente Unida, Xi decretou que as religiões deviam sujeitar-se ao processo de "sinização" como condição para poderem continuar na China.


Fundação AIS com agências

 

OBSERVATÓRIO: China

 






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18-10-2018

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