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3-9-2018

Braga: D. Ximenes Belo destaca papel “essencial” da Fundação AIS na defesa dos Cristãos perseguidos


O Prémio Nobel da Paz, D. Ximenes Belo, destacou ontem à tarde na celebração eucarística no Santuário de São Bento da Porta Aberta o papel “essencial” da Fundação AIS na “defesa dos cristãos perseguidos” e na “consciencialização” das pessoas para a urgência no apoio aos que são vítimas da intolerância religiosa no mundo.

A missa celebrada pelo antigo prelado de Timor-Leste foi o ponto alto da jornada de oração pelos cristãos perseguidos que reuniu no Santuário de São Bento da Porta Aberta mais de duas centenas de fiéis.

Ximenes Belo sublinhou a actualidade desta questão – “no ano de 2016 morria um cristão a cada seis minutos” –, e lembrou que “ainda hoje há 215 milhões de cristãos perseguidos” no mundo.

Entre os países onde a perseguição mais se faz sentir, o antigo administrador-apostólico de Díli referiu, entre outros, a Somália, Iraque, Afeganistão, Arábia Saudita, Paquistão, Índia, Nigéria, Sudão e Indonésia.

Durante a homilia, o Prémio Nobel da Paz de 1996 – prémio que foi atribuido também a José Ramos-Horta pelo papel de ambos na busca da paz e reconcilização para Timor-Leste, país então ocupado pela Indonésia – não esqueceu também a Europa, lembrando que o Velho Continente tem vindo progressivamente a esvaziar-se das suas raízes cristãs.

D. Ximenes Belo destacou a importância da Jornada de Oração promovida pela Fundação AIS, acrescentando que é “preciso rezar pelos cristãos perseguidos”, tendo citado ainda Tertuliano que dizia “que o sangue dos mártires é semente de Cristãos”.

Durante a jornada de oração esteve presente no Santuário uma exposição de objectos litúrgicos danificados e profanados em aldeias e vilas cristãs na Planície de Nínive e na cidade de Mossul durante os tempos da ocupação pelos jihadistas do auto-proclamado Estado Islâmico.

Esta exposição, composta por 19 objectos – oferta da Igreja Caldeia e Sírio-Católica do Iraque à Fundação AIS – é uma pequena amostra da violência causada pelo ódio e extremismo religioso e é também uma expressão visível do tormento que a comunidade cristã passou no Iraque, assim como na Síria, durante os tempos em que os jihadistas ocuparam vastas zonas destes dois países.

A exposição irá agora para a delegação da Fundação AIS em Évora, na Igreja de Santa Clara, situada na Rua Serpa Pinto.

PA | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais

 

OBSERVATÓRIO: Portugal

 






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