background image

Síria

Renascer dos escombros...

Saiba mais »

Detalhe

16-11-2018

UCRÂNIA: Ajuda para as Irmãs Carmelitas em Kiev




Neste mês de Outubro, a Igreja irá novamente comemorar duas grandes figuras da vida carmelita, tendo ambas elas sido nomeadas Doutoras da Igreja. A 15 de Outubro será recordada a Santa Teresa de Ávila, fundadora da ordem das Carmelitas Descalças, e a 1 de Outubro, a Santa Teresa de Lisieux, que tinha apenas 24 anos ao falecer, mas cuja “Pequena Via” até hoje inspira milhares de pessoas de todo o mundo a viver numa total e amorosa confiança em Deus.

As irmãs carmelitas descalças vivem rigorosamente enclausuradas e seguem uma vida de contemplação e de oração. “Eu quero ser amor no coração da Igreja”, escreveu Santa Teresa de Lisieux, descrevendo a vocação que escolheu. Embora nunca mais tenha saído do seu convento, para o qual entrou com apenas 15 anos, foi declarada Padroeira das Missões porque a oração, tal como ela a praticava, abraça o mundo inteiro e não é limitada nem pelo tempo nem pelo lugar.

Desde as mudanças políticas na antiga União Soviética voltou a haver um Carmelo na capital ucraniana de Kiev. Logo que foi possível, em 1991, duas irmãs carmelitas, de dois conventos polacos, vieram para Kiev para ajudar com as suas orações e presença na reconstrução espiritual da sociedade do pós-comunismo. Inicialmente viviam em condições bastante difíceis num alojamento adjacente à Igreja de Santa Cruz. Nessa altura, essa era a única igreja católica em Kiev ainda a funcionar como lugar de culto religioso. As outras duas igrejas tinham sido confiscadas e convertidas em museu do ateísmo e museu do órgão. Mas, em 1994-96, as Irmãs finalmente puderam mudar para um subúrbio de Kiev, para uma antiga quinta do Estado, e lá construir um novo convento no meio dos campos e pomares.

Actualmente há oito carmelitas a viver aí. Elas rezam muito, sobretudo pela paz no mundo, mas também pelas muitas necessidades pessoais que lhes são confiadas por outros. Pois muitas pessoas recorrem às irmãs, pedindo para incluírem nas suas orações familiares doentes ou em situação difícil ou infeliz.

Um dos maiores desafios que as irmãs encaram é o da sua subsistência através do seu trabalho. Pois, embora façam hóstias, modelem figuras de cera para os presépios e costurem vestes litúrgicas e outros itens, e embora agora cultivem fruta e hortaliça para o seu próprio consumo - e também vivam muito modestamente – ainda assim não é suficiente para cobrir os custos das suas vidas. E mesmo o peditório anual na área é muito pouco, pois os fiéis são muito pobres e os preços sobem à medida que a situação económica na Ucrânia piora visivelmente.

A Fundação AIS também está a ajudar estas irmãs, que uma vez por mês organizam a celebração de uma Missa por todos os nossos benfeitores e os incluem nas suas orações.


 
Este ano fazemo-lo novamente, tendo-lhes prometido uma contribuição de 4,000 € para a sua subsistência.


 

Apoie este projecto

 

  

O seu donativo irá financiar este ou outro projecto semelhante.  

 

 

 

 


 

 

 


 

OBSERVATÓRIO: Ucrânia

 






*Sem Comentários
deixar comentario
Mês:
 

Concerto de Reis LISBOA


05-01-2019

catalogo