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7-11-2018

China: Autoridades da província de Hebei prosseguem repressão contra sacerdotes e fiéis da Igreja Clandestina


As autoridades da província de Hebei continuam uma política repressiva contra a chamada Igreja Clandestina, fiel ao Vaticano, apesar do recente acordo provisório assinado por Pequim e a Santa Sé para a nomeação dos Bispos Católicos para a China.

Segundo a gência de notícia UCANews, dois padres da Igreja Católica clandestina foram detidos recentemente pelas autoridades locais estando ambos em prisão domiciliária e sem contacto com os fiéis. Os sacerdotes pertencem à diocese de Xuanhua. Um deles, o padre Zhao He, serve a Igreja em Dongcheng e terá sido levado pelas autoridades para o Departamento de Trabalho em 24 de Outubro. Desde então, nunca mais contactou com ninguém, tendo sido – afirma a UCANews citando fontes locais não identificadas – colocado num hotel local sob vigilância permanente. O seu telemóvel terá sido também confiscado pelas autoridades.

Por sua vez, o padre Su Guipeng, que serve na paróquia de Shadifang, ficou etambém em prisão domiciliária desde o passado dia 13 de Outubro. Além do afastamento destes dois sacerdotes, há igualmente a notícia de que numa aldeia da diocese de Xuanhua, as famílias cristãs foram informadas de que seriam multadas e eventualmente detidas durante alguns dias se recebessem sacerdotes em suas casas.

Entratanto, no final do mês passado, diplomatas britânicos que visitaram Xinjiang confirmaram que os relatos vindos a público da existência de campos de concentração em massa para os muçulmanos uigures eram – na opinião expressa por Jeremy Hunt, secretário das Relações Exteriores – “amplamente verdadeiros”.

Pequim tem enfrentado, nos últimos tempos, crescentes críticas internacionais, por parte não só das Nações Unidas mas também de países como a Holanda, Suécia, Noruega, Alemanha e Estados Unidos, sobre a sua actuação em Xinjiang, um território do extremo oeste da China, onde, segundo alguns observadores, cerca de 1 milhão de uigures, uma minoria étnica muçulmana, estarão sob detenção.

PA| Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt

 

OBSERVATÓRIO: China

 






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