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29-11-2018

Portugal: Monumentos iluminados de vermelho em Lisboa, Porto, Braga e Almada lembram perseguição aos cristãos


Uma semana depois do lançamento do Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, a Fundação AIS iluminou ontem diversos monumentos icónicos em Portugal para chamar a atenção da sociedade para o drama da perseguição aos Cristãos.

Ontem, ao início da noite, algumas dezenas de pessoas participaram no Mosteiro dos Jerónimos num momento de oração pelos Cristãos Perseguidos antes de o monumento ter ficado parcialmente iluminado de vermelho, tal como acontecia, à mesma hora, na outra banda do Rio Tejo, em Almada, com o monumento ao Cristo-Rei e, mais a norte, com a Basílica dos Congregados, em Braga, e com a Torre dos Clérigos, talvez o símbolo maior da cidade do Porto.

Estes foram os monumentos que este ano se associaram à Fundação AIS nesta enorme iniciativa de sensibilização da opinião pública para um dos maiores flagelos dos tempos actuais no que diz respeito aos direitos humanos: a perseguição religiosa que atinge particularmente a comunidade cristã.

No Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, após a oração do Terço, seguiu-se a celebração da Santa Missa sempre com o foco centrado nos mártires do cristianismo, nos homens e mulheres que, ao longo dos séculos, têm dado a vida por causa da fé.

Isso mesmo foi recordado pelo Cónego José Manuel Santos Ferreira que, no início da celebração eucarística, lembrou a importância de se “chamar a atenção para a falta de respeito pela liberdade religiosa, principalmente para a perseguição aos cristãos em tantos países do mundo”, tendo sublinhado que na história da Igreja “não faltam mártires, homens e mulheres, em tantas circunstâncias, que derramaram o seu sangue por Cristo e foram mortos pelo ódio da fé”.

Ao iluminar de vermelho – a cor do sangue dos mártires – estes monumentos em Portugal, a Fundação AIS procurou alertar a consciência da sociedade para o sofrimento por que passam, de facto, milhões de pessoas pertencentes a minorias religiosas, vítimas da violência mais absurda, tanto por parte de Estados, de organizações oficiais, como de grupos terroristas, apenas por causa da fé, apenas por quererem rezar livremente e não o poderem fazer.

Ontem, além de Portugal, outros países iluminaram também alguns dos seus monumentos, dando um enorme relevo internacional a esta acção da Fundação AIS. Foi o caso da Holanda, República Checa, Irlanda, Filipinas, Estados Unidos e Austrália, juntando-se assim a outros países, como França, Itália ou Espanha, que já o tinham realizado, tanto mais que esta iniciativa internacional da AIS foi programada para ocupar um período de tempo alargado em torno da divulgação do Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo.  

Nesse relatório, divulgado na semana passada e produzido a nível internacional pela Fundação AIS, há um número que sobressai: 327 milhões de Cristãos que vivem em países onde há perseguição por motivos religiosos.

Isto significa que 1 em cada cinco cristãos residem em países onde há perseguição ou discriminação com base nas questões da fé, ou que cerca de 61% da população mundial encontra-se a viver em países onde a liberdade religiosa não é respeitada.

PA | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt

 

OBSERVATÓRIO: Portugal

 






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