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7-2-2019

SOS VENEZUELA


 

Foto: Duas pessoas procuram comida no meio do lixo, indiferentes a quem passa. (© afp)

 

Da Venezuela chega-nos um grito de desespero! Segundo dados da ONU cerca de 3,7 milhões de pessoas estão a morrer à fome. Sem nada para comer. São crianças, idosos, mulheres, homens... A situação é gravíssima e está fora de controlo.

O número de pessoas atingidas pela fome cresce, de dia para dia, com o país a atravessar a crise mais grave da sua história. E tem sido a Igreja, através de diversas estruturas e organizações, a providenciar a ajuda de emergência para as populações mais afectadas. Uma dessas instituições é a Fundação AIS.

Nos últimos meses, a Fundação AIS em Portugal tem recebido vários testemunhos de benfeitores com familiares na Venezuela e as suas palavras são de partir o coração:

“Há pessoas a comer do lixo, a comer da rua. É uma visão cada vez mais comum”, “Sei de uma avó que ficou com os seus três netos porque os pais saíram da Venezuela para tentar arranjar trabalho para enviarem dinheiro. A avó pesa pouco mais de 40 kg porque a pouca comida que consegue dá aos netos” ou ainda “Estou destroçada por dentro. Não consigo aceitar que perdi o meu irmão. Morreu por falta de medicamentos”…

 

São, sem dúvida, testemunhos desconcertantes. O sofrimento deste povo é enorme!

 

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D. Manuel Sánchez, Arcebispo de Calabozo, à Fundação AIS

“Falta tudo. Muitas pessoas alimentam-se apenas de arroz e feijão. A situação é especialmente crítica nos hospitais… não há medicamentos. (…) Sem a solidariedade dos Cristãos não poderíamos sobreviver! Sou especialmente grato pela ajuda que os benfeitores da Fundação AIS nos dão. As pessoas precisam de ajuda para comprar alimentos e medicamentos. Mas também precisam de ajuda pastoral. Os sacerdotes e os fiéis precisam de oportunidades para se relacionar e fortalecer com Deus. Obrigada também pelas vossas orações!”»


D. Manuel Sánchez, Arcebispo de Calabozo, à Fundação AIS

 

(leia aqui a entrevista na íntegra » )

 

Ninguém conhece o sofrimento do povo melhor do que a Igreja Católica e os seus bispos,  padres,  religiosas, que procuram dar resposta às suas imensas necessidades. Para além de ajudar no seu trabalho pastoral, a ajuda da Fundação AIS tem sido essencial para a sobrevivência dos sacerdotes e religiosas, que por sua vez cuidam do seu povo, alimentando as inúmeras famílias em situação crítica e distribuem, inclusivamente, medicamentos que recebem do exterior.

 

Por exemplo, o Pe. Esteban Galvis é pároco da Igreja de Nossa Senhora de Lourdes, em Ureña, na Venezuela, na fronteira com a Colômbia. É um homem de Deus que procura desesperadamente ajudar os que estão perdidos, assustados e vulneráveis que vêm ao seu encontro em busca de ajuda e consolo.

 

O Pe. Esteban diz, “As pessoas chegam aqui à igreja em lágrimas, com problemas graves, ansiosas ou tristes porque têm de abandonar o seu país, porque não têm nada para comer ou não conseguem arranjar medicamentos. Nós continuaremos a ajudar, particularmente os idosos e as crianças, mas com o pouco que temos, uma vez que não temos o suficiente para todos. A nossa missão é ser instrumentos de Deus e consolar e confortar estas pessoas.”

 


 

Sim. Na Venezuela tem sido sobretudo a Igreja a procurar ajudar os mais pobres dos pobres. E também ela precisa muito de ajuda. Todos os dias, a Igreja neste país devastado alimenta entre 5.000 a 8.000 pessoas. Arranjar alimentos, se é que é possível, é um processo demorado, por isso as paróquias preparam “uma panela cheia” todos os dias, a fim de garantir que quem tem fome tenha algo para comer.

 

O nosso compromisso com a Igreja da Venezuela é fiel! E, mais uma vez, não vamos ficar indiferentes, porque este sofrimento que o povo da Venezuela está a viver é também o nosso sofrimento.

 

HÁ MUITA FOME E FALTA DE MEDICAMENTOS. VAMOS AJUDAR?

 


 

A IGREJA E O POVO DA VENEZUELA CONTAM CONSIGO! 

 

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OBSERVATÓRIO: Venezuela

 






comentarios
 
Nome:
Luís Reis
Comentário:
Quem ficar indiferente a esta situação não é cristão nem humano
 
Nome:
Luís Reis
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Quem ficar indiferente a esta situação não é cristão nem humano
 
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