background image

Detalhe

21-3-2019

MOÇAMBIQUE: Fundação AIS envia primeira ajuda de emergência para auxílio das populações após passagem do ciclone Idai


Menos de 24 horas depois de a Arquidiocese da Beira ter oficializado à sede internacional da Fundação AIS um pedido de auxílio para “minimizar o drama vivido pela população de Sofala”, em consequência da passagem por Moçambique do ciclone Idai, a Ajuda à Igreja que Sofre fez chegar à Igreja local uma primeira ajuda de emergência.

A Arquidiocese da Beira mostrou a sua enorme preocupação perante a dimensão dos estragos causados pelo ciclone que, como comunicou à Fundação AIS, “além de ceifar dezenas de vidas humanas e fazer muitos feridos, desalojou muitas famílias e provocou muitos danos nas estruturas paroquiais, casas religiosas e casas de formação”.

Respondendo com total prontidão, os serviços centrais da Ajuda à Igreja que Sofre, sediados em Königstein, na Alemanha, decidiram o envio de uma primeira ajuda de emergência no valor de 30 mil euros.

Esta verba está já a ser aplicada localmente, como D. Cláudio Dalla Zuanna, Arcebispo da Beira, fez questão de explicar, na reativação da “presença eclesial junto das comunidades, fazendo face a pequenas despesas imediatas como é o caso da aquisição e distribuição de lonas plásticas, material básico de uma habitação (baldes, copos, pratos, etc.) e a logística para a deslocação” dos elementos da Igreja, sejam eles sacerdotes, religiosos ou leigos.

A passagem do ciclone Idai por Moçambique, Malawi e Zimbabué, deixou um impressionante rasto de destruição e causou centenas de mortos – as autoridades de Maputo avançam com a possibilidade de haver mais de mil vítimas – tendo afectado mais de 1,5 milhões de pessoas nestes três países africanos.

Com ventos fortes e chuvas intensas, o Idai atingiu a região da Beira, no centro de Moçambique, na quinta-feira à noite, cortando as principais linhas de comunicação e as fontes de energia da cidade, uma das quatro mais importantes de Moçambique, com cerca de 500 mil habitantes.

D. Francisco Lerma, Bispo de Gurué, numa mensagem que fez chegar à Fundação AIS, fala de um “desastre natural de consequências inimagináveis”, chegando mesmo a dizer que a “cidade da Beira está destruída em 80 a 90 por cento” e que se encontra, “desde há três dias, sem energia eléctrica, água, sem casas, sem comida, sem hospital, sem comunicações…”

O governo moçambicano decretou, entretanto, três dias de luto nacional e o estado de emergência.

 

Por favor, ajude o povo de Moçambique!


Paulo Aido| Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt   


 

OBSERVATÓRIO: Moçambique

 






*Sem Comentários
deixar comentario
Mês:
 

Programação da Fundação AIS na televisão e rádio


12-01-2019

catalogo