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13-5-2019

BRAGANÇA: Relatório da Fundação AIS revela “realidade arrepiante” sobre a perseguição aos Cristãos, afirma D. José Cordeiro


“Os dados estatísticos que chegam até nós” revelam uma “realidade arrepiante”, afirmou o Bispo de Bragança durante a apresentação do mais recente Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, publicado pela Fundação AIS.

Falando perante mais de meia centena de pessoas na Igreja da antiga Sé em Bragança, D. José Cordeiro fez questão de destacar a importância do trabalho e da missão da Ajuda à Igreja que Sofre na defesa dos cristãos perseguidos assim como na denúncia dos atropelos à liberdade religiosa em todo o mundo.

“A liberdade religiosa é decisiva para a construção do bem comum”, explicou, acrescentando que “a Fundação AIS tem esta vocação, esta missão de despertar consciências, de ir ao encontro dos nossos irmãos que sofrem no silêncio por causa da sua fé, por causa de Deus”.

D. José Cordeiro fez questão ainda de sublinhar uma das principais conclusões do Relatório publicado pela Ajuda à Igreja que Sofre: “o cristianismo é a religião mais perseguida”. Esta constatação, que tantas pessoas ignoram, exige o nosso compromisso, afirmou ainda o prelado.

A indiferença não é aceitável. “Esta é uma realidade arrepiante, uma realidade que é chocante. Hoje, nos dias de hoje, provavelmente agora, a esta hora, muitas famílias, muitos cristãos são perseguidos por perdoarem, por terem Cristo como referência nas suas vidas, a motivação maior da sua história.”

Perante os dados revelados no Relatório da Fundação AIS e respeitando ao período compreendido entre Junho de 2016 e Junho de 2018, o Bispo de Bragança afirmou a urgência – até na Europa, onde já se verificam tantos sinais de indiferença perante atropelos à liberdade religiosa – de “vivermos com inteireza a nossa própria fé”, o que significa “não ter medo e não ceder naquilo que é o essencial, que é o Evangelho, que é Jesus Cristo”.

Antes da apresentação do Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo – que foi apresentado dia 9 de Maio nas suas linhas gerais por Catarina Martins de Bettencourt, directora do secretariado português da AIS, e pelo professor Jorge Oliveira Novo, que ajudou a explicar a importância deste documento –, o Bispo de Bragança fez questão, em entrevista ao programa ‘Igreja no Mundo’, da Fundação AIS, de destacar a importância do trabalho da Ajuda à Igreja que Sofre junto dos Cristãos perseguidos.

“A Fundação AIS tem um papel decisivo na Igreja e no mundo” junto de “tantos irmãos e irmãs nossos que estão a sofrer inocentemente por acreditarem no Evangelho, por acreditarem em Jesus e por fazerem o bem”. Hoje em dia, a AIS é “uma presença decisiva e em muitos lugares indispensável” no apoio aos cristãos “perseguidos, que não têm os direitos fundamentais”. Por isso, acrescentou ainda D. José Cordeiro, “em tudo aquilo que a Diocese de Bragança puder colaborar” com a fundação pontifícia, “sinto-me feliz por saber que Bragança é uma parte activa na solidariedade para com a Fundação AIS”.

PA | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt   


 

OBSERVATÓRIO: Portugal

 






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