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10-6-2019

ANGOLA: Arcebispo emérito do Huambo agradece ajuda prestada pela Fundação AIS à sua diocese


Em mensagem enviada para a Fundação AIS, D. José de Queirós Alves agradece o apoio prestado à diocese do Huambo de que foi responsável durante 32 anos até ter sido substituído, por limite de idade, em 16 de Dezembro do ano passado por D. Zeferino Zeca Martins.

“Sempre que apresentámos as nossas necessidades, os pedidos de ajuda, a AIS esteve sempre presente, como missionária mas também como irmão e irmã”, escreveu o prelado, acrescentando que, “quando a ajuda chegou até nós, foi um sinal de que Deus estava connosco”. “O vosso encorajamento ajudou-nos a crescer na fé”, acrescentou.

Foi próxima, de facto, a relação de D. José de Queirós Alves com a Fundação Ajuda à Igreja que sofre. No ano de 2007, numa visita à sede da instituição, o prelado descreveu algumas das principais necessidades que se faziam sentir no país, ainda consequência da guerra civil que deixou um rasto de destruição em todo o território e que causou feridas profundas nas populações.

Nos 27 anos de conflito, entre 1975 e 2002, calcula-se que morreram mais de 500 mil pessoas e que mais de 1 milhão de angolanos tenham sido forçados a abandonar as suas casas e regiões de origem. O território correspondente à diocese do Huambo foi dos mais atingidos pela guerra civil.

Nessa visita à sede internacional da Fundação AIS, D. José Queirós Alves referia a necessidade de serem “reconstruídas” todas as “estruturas” ligadas à educação e formação profissional para que o país se pudesse erguer no pós-guerra.

O arcebispo português sublinhou a necessidade de se apoiar a formação das pessoas para que a mentalidade “desenvolvida durante a guerra” pudesse ser ultrapassada, lembrando que os “mais jovens”, por exemplo, nunca tinham ido à escola.

É preciso, referiu D. José Queirós Alves nesse encontro na sede da AIS, “promover esforços em favor do perdão, tolerância e harmonia na sociedade”, pois “a população está – constatou o Arcebispo do Huambo – profundamente ferida e a Igreja tem de fazer todos os possíveis para criar um clima de entendimento mútuo entre os diversos grupos”.

Na carta que agora enviou à Fundação AIS como gesto de agradecimento por toda a generosidade demonstrada ao longo dos últimos anos, D. José de Queirós Alves deixou uma palavra para todos os benfeitores e amigos da Ajuda à Igreja que Sofre, pedindo ao “Senhor ressuscitado para continuar a iluminar” os seus corações.

PA| Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt

 

OBSERVATÓRIO: Angola

 






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