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Detalhe

1-7-2019

CAZAQUISTÃO: Apoio à subsistência e ao apostolado de 70 religiosas da Arquidiocese de Maria Santíssima, em Astana



Com uma área de 576.000 km2, a Arquidiocese de Maria Santíssima, situada na capital cazaquistanesa de Astana (agora recentemente renomeada de Nursultan) é geograficamente maior do que toda a Espanha. Os Católicos, porém, perfazem apenas uma pequena minoria no país e, devido às grandes distâncias, o seu cuidado pastoral é muito difícil. Há 40 sacerdotes a servir na diocese, assistidos por 70 religiosas pertencentes a várias congregações. As irmãs providenciam instrução religiosa às crianças, jovens e adultos, preparando-os para receber os Sacramentos, organizando dias de oração e retiro, acampamentos de férias de Verão e encontros de jovens, e cuidando dos doentes e idosos, dos que se sentem sós e dos carenciados.

As Irmãs Vicentinas, que têm um convento na pequena cidade de Shortandy, a cerca de 80 km a norte da capital, visitam regularmente os carenciados das aldeias vizinhas num raio de cerca de 80 km. Em Makinsk, mais para o norte, outras irmãs da sua congregação oferecem sopas aos pobres, providenciando diariamente uma refeição quente a cerca de 40 famílias e perto de 25 crianças vêm diariamente ao convento das irmãs para brincar, fazer trabalho manual e receber instrução religiosa.

As irmãs da congregação da Divina Misericórdia acompanham os padres nas suas visitas às aldeias. Elas também aceitaram na sua casa oito meninas que estudam na cidade de Petropavlovsk. Não só proporcionam alojamento seguro a estas jovens, mas também cuidam delas, respondendo às suas perguntas acerca da fé e rezando com elas. Uma vez por mês também organizam encontros de jovens, em colaboração com os padres.

A AIS tem apoiado estas irmãs anualmente. O Arcebispo Tomasz Peta escreveu-nos acerca delas: “Estas religiosas estão próximas de Deus e assim estão indissoluvelmente unidas com os seus pares humanos. Elas vivem para os outros e agem como suas intercessoras. Elas partilham o modo de vida das pessoas comuns, para que possam entendê-las e rezar a Deus da parte delas. Elas partilham a sua vida com toda a gente, cozinhando, cuidando dos seus jardins, indo ao mercado e fazendo trabalhos manuais. No Inverno, precisam de aquecer o seu convento e de nutrir e fortalecer a sua própria vida espiritual e o seu conhecimento, lendo literatura espiritual. Dado a Igreja e o Estado serem separados, elas dependem totalmente da generosidade e das ofertas dos fiéis. O vosso auxílio financeiro ajuda a libertá-las de tais cuidados diários para que possam dedicar-se totalmente à sua vocação.”

 

  
Este ano iremos mais uma vez ajudar as 70 religiosas que trabalham na arquidiocese, com uma contribuição de 35.500 € para a sua subsistência e apostolado.

 


 

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OBSERVATÓRIO: Cazaquistão

 






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15-09-2019

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