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3-11-2019

VATICANO: Papa lembra “cristãos perseguidos” e refere que, em muitos países, a religião é vista como um delito


O Papa Francisco assinalou este sábado o dia dos Fiéis Defuntos nas Catacumbas de Priscila, em Roma, um cemitério que evoca os primeiros tempos do cristianismo e que se estende por cerca de 13 quilómetros de galerias subterrâneas, e referiu-se, uma vez mais, ao drama da perseguição religiosa que atinge tantas comunidades em tantos lugares do mundo.

Depois de constatar que era a primeira vez que fazia uma celebração numa catacumba, o Papa Francisco, evocou a vida e o exemplo dos primeiros cristãos “que tinham que se esconder”, para dizer que ainda hoje essa realidade não foi superada.

“Também hoje existem… Existem tantas… tantas catacumbas em países onde até mesmo devem fingir fazer festa ou um aniversário para celebrar a Eucaristia, porque naquele lugar é proibido fazê-lo: também hoje existem cristãos perseguidos, mais do que nos primeiros séculos. Mais!”

Lembrando que a identidade do Cristão está inscrita nas Bem-aventuranças, o Papa sublinhou ainda que, em muitos países, “ser cristão é um crime, é proibido, não é um direito”.

No fim da celebração o Papa Francisco regressou ao Vaticano, foi às Grutas da Basílica de São Pedro onde estão sepultados diversos Papas, para um momento de oração silenciosa.

PA | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt   


 

OBSERVATÓRIO: Vaticano

 






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27-11-2019

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