background image

Presentes de Fé

Bow

Este natal, dê um presente que permaneça!

Bow

Saiba mais »

Detalhe

23-12-2019

REINO UNIDO: Príncipe Carlos envia, através da Fundação AIS, mensagem de solidariedade para os cristãos perseguidos


Numa mensagem vídeo gravada expressamente para a Fundação AIS, o Príncipe de Gales sublinha a situação extremamente difícil em que se encontram as comunidades cristãs vítimas de perseguição religiosa em diversos países do mundo.

Iraque, Síria e Sri Lanka são os países referidos pelo filho da rainha Isabel II como exemplo dos países onde “inúmeras pessoas enfrentam terríveis perseguições ou são forçadas a fugir de suas casas” por causa da intolerância religiosa de que são vítimas.

Na mensagem, de quase três minutos, o herdeiro do trono britânico recorda que, nesta altura do ano em que o mundo se prepara para celebrar o nascimento de Jesus, “é de vital importância que recordemos todos aqueles que sofrem perseguição por causa da sua fé cristã”.

Na mensagem de Natal, o Príncipe Carlos mostra uma preocupação real pela situação dos cristãos no Médio Oriente e, citando o mais recente relatório produzido pela Fundação AIS – “Perseguidos e Esquecidos?”, lançado em Lisboa no passado mês de Outubro –, refere que tanto na Síria como no Iraque se caminha para o desaparecimento quase absoluto da presença desta comunidade religiosa.  

“No Relatório de Outubro da Fundação AIS descobri que, dentro de uma década, até dois terços dos cristãos terão abandonado a Síria”, diz o Príncipe de Gales, acrescentando que, “no Iraque, as comunidades cristãs diminuíram até 90% no intervalo de uma geração”. Para combater esta situação que se revela dramática, é necessário, afirma ainda, “o nosso empenho em impedir que o Cristianismo desapareça das terras da Bíblia”.

Na curta mensagem vídeo, o Príncipe Carlos refere que conheceu recentemente um padre oriundo do Sri Lanka e uma irmã proveniente da Síria que o elucidaram sobre a realidade por vezes dramática que os cristãos enfrentam nos seus países.

“Tive o grande privilégio de conhecer um padre que deu assistência às pessoas no Sri Lanka que foram terrivelmente feridas nos ataques bárbaros deste ano a igrejas no Domingo de Páscoa. Com quase 260 mortos e mais de 500 feridos naquela atrocidade terrível, o domingo, 21 de Abril, foi o único e o pior dia de violência contra os Cristãos na era moderna”, afirma o herdeiro da coroa britânica, sublinhando que, “tragicamente”, este “não foi um exemplo isolado”.


E falou também da Síria, lembrando a religiosa proveniente de Alepo que conheceu recentemente.

Dizendo que ela lhe falou, “com muita emoção” sobre a situação neste país onde, “com imensa coragem e em condições impossíveis, presta apoio crucial a cristãos e outras pessoas que procuram escapar à violência e à morte”, o Príncipe Carlos fez questão de referir o “presente” que a irmã lhe ofereceu como exemplo da realidade dramática que têm enfrentado na Síria: “Uma representação da cabeça de Cristo crucificado, feita de madeira carbonizada retirada de uma igreja onde explodiu uma bomba, em Alepo”.

A mensagem vídeo enviada através da Fundação AIS termina com o Príncipe de Gales a expressar o desejo de um Santo e pacífico Natal a todos. “Posso garantir aos que hoje carregam a cruz do sofrimento que os recordo de modo especial nas minhas orações e, aos Cristãos em todo o mundo, desejo um Natal pacífico, seguro e santo.”

Com esta mensagem o Príncipe Carlos mostra, uma vez mais, a sua proximidade para com o trabalho desenvolvido pela Fundação AIS. De facto, nos últimos anos, têm sido várias as manifestações de apreço do filho da Rainha de Inglaterra para com a Ajuda à Igreja que Sofre e as instituições de solidariedade com os Cristãos perseguidos.

No ano passado, na Páscoa, assegurou a sua proximidade a “todos os que, quaisquer que sejam as suas crenças, estão a ser perseguidos” no mundo “por motivos religiosos” e fez questão de deixar a certeza de que “não serão esquecidos e que estão presentes” nas suas orações.

Já anteriormente, em Dezembro de 2015, o Príncipe de Gales entregou um donativo, cujo montante não foi revelado, à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre e aproveitou a ocasião para sublinhar já então a ameaça que paira sobre “a própria existência do Cristianismo nas suas terras de origem”.

E no ano anterior, em 2014, sensibilizado com a situação terrível em que se encontravam as comunidades cristãs no Iraque, forçadas a fugir para o norte do país depois de as suas aldeias e vilas terem sido ocupadas pelos jihadistas do Daesh, o auto-proclamado ‘Estado Islâmico’, o Príncipe Carlos fez também uma doação através da Fundação AIS.

 

PA | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt    


 

OBSERVATÓRIO: Reino Unido

 






*Sem Comentários
deixar comentario
Mês:
 

Programação da Fundação AIS na televisão e rádio


01-01-2020

catalogo