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Católicos Baptizados
4.466.000
Circunscrições Eclesiásticas
12
Superfície
801.590
População
22.417.093
Refugiados
4.079
Desalojados
0
Moçambique

O Governo respeita a liberdade religiosa, a qual é instituída pela Constituição.

O Estado define-se como secular e não concede privilégios particulares a nenhuma religião. Os partidos políticos são proibidos de se afiliarem a qualquer convicção religiosa ou de se referirem directamente a qualquer princípio religioso. Toda a instrução religiosa é proibida nas escolas públicas, mas permitida nas privadas.

Os grupos religiosos e as organizações missionárias têm de solicitar o registo, indicando também as suas fontes de financiamento e referindo os nomes de pelo menos 500 seguidores. Não há relato de as autoridades terem negado qualquer registo. As organizações religiosas também podem possuir propriedades e gerir escolas.

A Igreja Católica dirige sessenta e seis jardins-de-infância, 310 escolas primárias e cinquenta e três escolas secundárias, com mais de 21.000 alunos, assim como uma universidade.

Os missionários, tal como todos os outros cidadãos estrangeiros, têm de obter autorizações de residência, mas não se conhece nenhum relato de as autoridades obstruírem o seu trabalho. Os católicos são muito activos no sector social, gerindo setenta hospitais, doze lares, trinta e três orfanatos e quarenta e três creches.

A Igreja Católica e vários grupos islâmicos ainda estão em litígio com o Governo por causa das propriedades confiscadas pelo Estado depois da independência. Os bispos locais ainda se queixam de que o Governo continua a ocupar vários edifícios confiscados à Igreja nas províncias de Inhambane, Maputo, Beira, Chimoio, Pemba, Nampula, Niassa e Zambézia, e continuam a pedir que estes lhe sejam devolvidos. Estas propriedades são actualmente usadas pelo Estado enquanto escolas ou para outras actividades sociais.



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