A Fundação AIS desafia todos os portugueses a rezar o Terço na Quaresma pelos cristãos perseguidos e fim da pandemia

FORMULÁRIO
São duas epidemias de consequências devastadoras: o coronavírus e a perseguição religiosa. Nesta Quaresma, a Fundação AIS volta a lembrar aos portugueses que é importante não esquecer o drama dos Cristãos perseguidos no mundo por causa da sua fé. Um drama que se acentua ainda mais dadas as consequências devastadoras que a epidemia do coronavírus está a provocar ao nível económico.
As comunidades cristãs, nos países onde a Igreja mais sofre, são normalmente muito pobres, dependendo de trabalhos ocasionais, duros e mal pagos. Trabalhos que permitem apenas a mera subsistência. A crise económica motivada pela Covid19 está a arrastar muitas destas famílias para uma situação aflitiva de pobreza total.
Rezar o Terço durante a Quaresma por todos os que sofrem é a proposta da Fundação AIS aos portugueses. Todos podemos oferecer um pouco do nosso tempo rezando pelos que mais sofrem. E entre os que mais sofrem estão todos os que são violentados nos seus direitos mais básicos apenas por serem cristãos, por professarem a religião que é mais perseguida no mundo.
Rezar por todos eles é um imperativo. Mas também não podemos esquecer as vítimas pandemia do coronavírus e os seus familiares, os médicos e enfermeiros, os bombeiros, todos os que nos hospitais, centros de saúde e nos lares têm procurado minimizar o sofrimento dos doentes.
A Oração é um dos pilares da missão da Ajuda à Igreja que Sofre, a par da Informação e da Partilha. O convite aos portugueses para esta corrente de oração é uma forma de chamar de novo a atenção para a realidade tantas vezes ignorada da ausência de liberdade religiosa em muitos países e da necessidade de solidariedade concreta junto das comunidades que mais sofrem, que estão mais isoladas, mais abandonadas.
» Esta é uma causa que deve merecer uma forte mobilização. Por isso, é importante que o maior número de portugueses se junte à Fundação AIS. Mobilize a sua paróquia, o seu movimento, a sua congregação, a sua escola, os seus colegas de trabalho. Fale desta ideia ao seu pároco e junte-se a nós para que o sofrimento dos Cristãos perseguidos nunca seja ignorado no nosso Portugal e para que a epidemia do coronavírus seja debelada finalmente.
ACEITA ESTE DESAFIO?