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Relatório "Oiçam os gritos delas" - 3 ou mais exemplares

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Neste documento revelamos uma realidade escondida da opinião pública mundial: a dos raptos e conversões forçadas, perseguição e violações de raparigas cristãs no Paquistão, Nigéria, Egipto, Iraque, Síria, Moçambique… 

De facto, este Relatório refere que os casos de conversão forçada de raparigas e mulheres cristãs “pode ser classificado como genocídio”, pois decorre da ameaça de destruição da comunidade nomeadamente por grupos jihadistas. A síntese deste documento está a ser divulgada junto dos benfeitores da Fundação AIS em Portugal, destacando-se, além da história de Maira Shahbaz, o caso de Farah Shaheen, outra jovem paquistanesa raptada com apenas 12 anos de idade. O seu testemunho prova a violência inumana com que estas raparigas cristãs são tantas vezes tratadas pelos seus raptores. “Estava acorrentada a maior parte do tempo... Foi horrível. Puseram-me correntes nos tornozelos e amarraram-me com uma corda. Tentei cortar a corda e arrancar as correntes, mas não consegui. Rezava todas as noites, dizendo: ‘Deus, ajuda-me, por favor’.”

Em comum com todos os casos analisados, está o facto de os violadores, de os autores dos raptos e das agressões, em certas zonas de conflito ou onde se verificam insurgências islâmicas, olharem para as mulheres e raparigas cristãs com absoluto desprezo. O relatório revela ainda que a maioria das vítimas, assim como as suas famílias, remetem-se normalmente ao silêncio, não denunciando o que lhes acontece por temerem as ameaças dos raptores, também por haver coação por parte das próprias autoridades nesse sentido e ainda por causa de um natural sentimento de vergonha.


NÃO PODEMOS FICAR INDIFERENTES A ESTE DRAMA!


Revista A4

40 páginas

Edição: Fundação AIS
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