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BRUXELAS: Terrorismo em Cabo Delgado em debate hoje na Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu

3 dezembro 2020
BRUXELAS: Terrorismo em Cabo Delgado em debate hoje na Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu
Os ataques terroristas na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, vão ser o tema principal da reunião de hoje, quinta-feira, dia 3 de Dezembro, da Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu. A “reunião extraordinária” foi agendada na passada sexta-feira, dia 27 de Novembro, e segundo nota publicada na própria página da Comissão, servirá para “troca de pontos de vista sobre a situação em Moçambique”, não se adiantando mais pormenores.

Desconhece-se o formato da reunião, mas o eurodeputado Paulo Rangel anunciou a 19 de Novembro, em entrevista à Fundação AIS, o interesse na audição do Bispo de Pemba e eventualmente da principal autoridade civil de Cabo Delgado.

Gostaríamos de ter seguramente o Bispo de Pemba e eventualmente até a autoridade, o governador de Cabo Delgado, e que eles pudessem dar um testemunho na primeira pessoa.” Testemunho, que, a ocorrer, será “altamente inspirador para acelerar as coisas”, disse Rangel à Fundação AIS.

O eurodeputado português publicou entretanto uma pequena nota na sua página oficial no facebook a dar conta da importância da reunião de hoje da Comissão dos Assuntos Externos, assim como reafirmou o seu compromisso pessoal no apoio ao povo moçambicano que está a atravessar “uma crise humanitária e de segurança”. “Queria deixar aqui esta notícia, especialmente aos nossos amigos moçambicanos que sentem este drama de uma forma muito particular”.

Paulo Rangel, que é também vice-presidente do PPE, Partido Popular Europeu, sublinhou a necessidade de se “alertar a Europa e o mundo para o drama de Cabo Delgado”. Para isso, escreveu, “todos os esforços são poucos para travar o desastre e continuarei a fazer tudo o que estiver ao meu alcance para quebrar o silêncio e a apatia global”.

Os ataques por parte de grupos terroristas em Cabo Delgado, que reivindicam pertencer ao Gaesh, os jihadistas que se auto-proclamam ‘Estado islâmico’, tiveram início em Outubro de 2017 e já causaram mais de dois mil mortos e cerca de meio milhão de deslocados.

PA | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt

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