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PORTUGAL: “É urgente rezar pelos irmãos perseguidos”, diz padre Valério em balanço da missão no Apostolado da Oração

18 julho 2022
PORTUGAL: “É urgente rezar pelos irmãos perseguidos”, diz padre Valério em balanço da missão no Apostolado da Oração
Ao fim de oito anos como director da Rede Mundial de Oração do Papa (RMOP), e do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração (AO), o padre jesuíta António Valério foi chamado a assumir uma nova missão na Província Portuguesa da Companhia de Jesus, como responsável máximo pelo Colégio das Caldinhas, em Santo Tirso.

Na hora de despedida, em que está a passar o testemunho para o padre António Santana, também jesuíta, o padre Valério fez questão de destacar o trabalho em conjunto realizado com a Fundação AIS, nomeadamente sobre os temas da liberdade religiosa e dos cristãos perseguidos que têm sido lembrados com frequência pelo Papa Francisco.

“Nas intenções do Papa, é muito recorrente aparecer o tema dos cristãos perseguidos, que é o centro da missão da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre. Por isso, logo desde o início, começou, quer a nível internacional, que a nível nacional, aqui no nosso país, uma série de parcerias, em particular nos meses onde a intenção era a de pedir pelos cristãos perseguidos”, recorda o padre Valério.

De facto, como recorda o ainda director em Portugal da Rede Mundial de Oração do Papa, por várias vezes, ao longo dos últimos anos, Francisco tem apelado para que o mundo não se esqueça dos que são perseguidos por causa da sua fé. “A perseguição entende-se nos países onde ela é muito activa, muito dura e muito violenta, mas também as que, de alguma maneira, [acontecem] nos nossos ambientes culturais ou mais secularizados em que actualmente vivemos”, explica o responsável.

A parceria com a Fundação AIS foi-se alargando a várias realidades, nomeadamente ao campo editorial. “Temos feito também parcerias em relação a publicações a nível de livros e também de artigos nas nossas revistas, em particular a ‘Revista Cruzada’, onde muitas vezes queremos alertar os nossos leitores para esta situação e acompanharmos na oração, na ajuda, e naquilo que é a medida de cada um, este apoio aos nossos irmãos e irmãs que são perseguidos por causa da sua fé em Jesus”, recorda o padre António Valério na mensagem enviada para a Fundação AIS em Lisboa.

No balanço destes oito anos de trabalho em comum, fica “uma enorme gratidão para com a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre em Portugal, mas também a nível internacional”, diz ainda o sacerdote jesuíta, realçando a importância de se ter ajudado a divulgar a questão da perseguição religiosa, pois é um tema que, muitas vezes, “não aparece” nos principais meios de comunicação social. Por isso, “é urgente que os cristãos tenham no seu coração esta intenção de rezar pelos irmãos e pelas irmãs que são perseguidos pela sua fé”. Duas fundações pontifícias, a AIS e a RMOP, unidas num mesmo propósito e num idêntico sentido de serviço ao Papa e à Igreja. Uma parceria que, garante o padre António Valério “continuará ao longo dos próximos anos”.



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